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	<title>Comments on: a cidade e as bicicletas</title>
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	<description>arquitectura</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:04:14 +0000</pubDate>
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		<title>By: Ivone</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2006/11/07/a-cidade-e-as-bicicletas/#comment-238</link>
		<dc:creator>Ivone</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 19:22:31 +0000</pubDate>
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		<description>Claro que é uma questão de mantalidades, mas não só. Vivo na Holanda há quase 20 anos, também sou arquitecta e como tal olho atentamente paa estas questões do urbanismo. Primeiro acho que é uma questão geográfica (este país é plano). Segundo desde a Segunda Guerra que aqui a bicicleta fazia parte do mobiliário urbano (a bicicleta não foi introduzida por questões ambientais ou para resolver os problemas de tráfego - as crianças na escola têm de ter um 'diploma' para andarem de bicicleta). Terceiro se quiserem que em Portugal se ande de bicicleta teria de haver esforços dos planeadores no sentido de criarem ciclovias. Eu ando todos os dia de bicicleta. Tenho uma amiga que viveu em Amsterdão e agora vive em Lisboa. Uma das coisas que ela sente saudades é de puder anda de bicicleta.
Gostei deste blog. Prometo visitar mais vezes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que é uma questão de mantalidades, mas não só. Vivo na Holanda há quase 20 anos, também sou arquitecta e como tal olho atentamente paa estas questões do urbanismo. Primeiro acho que é uma questão geográfica (este país é plano). Segundo desde a Segunda Guerra que aqui a bicicleta fazia parte do mobiliário urbano (a bicicleta não foi introduzida por questões ambientais ou para resolver os problemas de tráfego - as crianças na escola têm de ter um &#8216;diploma&#8217; para andarem de bicicleta). Terceiro se quiserem que em Portugal se ande de bicicleta teria de haver esforços dos planeadores no sentido de criarem ciclovias. Eu ando todos os dia de bicicleta. Tenho uma amiga que viveu em Amsterdão e agora vive em Lisboa. Uma das coisas que ela sente saudades é de puder anda de bicicleta.<br />
Gostei deste blog. Prometo visitar mais vezes.</p>
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		<title>By: JM</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2006/11/07/a-cidade-e-as-bicicletas/#comment-51</link>
		<dc:creator>JM</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 01:05:48 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João.
Penso que existe uma lista muito grande em que as apostas socio-politicas e educacionais são fulcrais na mentalidade dos portugueses e se quiseres nos desígnios da "urbe", assim sendo, parece me que o tema da bicicleta não será o mais feliz.
Contudo, confesso, que estagiei 6 meses em Amsterdam, por isso reconheco as diferenças culturais. Também tinha a minha bicicleta - coisa impensável no Porto, pois os prémios de montanha matam qualquer um. A mentalidade Holandesa foi imperativa no séc. XIX, quando o uso da bicicleta e a "mentalidade alternativa" (red light district, culture) incentivada pelos marinheiros, entre outros factores históricos, modelaram o que hoje (re)conhecemos como diferença cultural.

Abraço e parabéns pelo Blog.
JM.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João.<br />
Penso que existe uma lista muito grande em que as apostas socio-politicas e educacionais são fulcrais na mentalidade dos portugueses e se quiseres nos desígnios da &#8220;urbe&#8221;, assim sendo, parece me que o tema da bicicleta não será o mais feliz.<br />
Contudo, confesso, que estagiei 6 meses em Amsterdam, por isso reconheco as diferenças culturais. Também tinha a minha bicicleta - coisa impensável no Porto, pois os prémios de montanha matam qualquer um. A mentalidade Holandesa foi imperativa no séc. XIX, quando o uso da bicicleta e a &#8220;mentalidade alternativa&#8221; (red light district, culture) incentivada pelos marinheiros, entre outros factores históricos, modelaram o que hoje (re)conhecemos como diferença cultural.</p>
<p>Abraço e parabéns pelo Blog.<br />
JM.</p>
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		<title>By: Helder</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2006/11/07/a-cidade-e-as-bicicletas/#comment-22</link>
		<dc:creator>Helder</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2007 23:26:56 +0000</pubDate>
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		<description>Antes de mais queria dar-lhe as minhas felicitações pelo blog, bem escrito, bons grafismos, merece ter um lugar na minha blogroll, em http://engenium.wordpress.com/

Agora falando de coisas sérias...

Barreiras Arquitectónicas, têm tudo e nada a ver com isto mas foi a imagem que me veio à cabeça quando passei um olhar pelo texto.

Há uns tempos foi aprovado o Decreto-Lei nº163/2006 sobre a eliminação de barreiras arquitectónicas (se não me engano), que normalmente, se as coisas funcionassem, deveria servir para alguma coisa (a ver vamos). 

Mas a verdade é que num país de tugas é tudo feito em cima do joelho ou numa mesa da taberna da esquina, quero com isto dizer que, na altura procurei conhecer um pouco melhor a questão das barreiras arquitectónicas e o modo de as atenuar, mas "NÃO HÁ NADA DE JEITO", não há dados estatísticos nem informação organizada, nada!

Não sei se foi a minha pesquisa que foi muito limitada, mas parece-me ser mesmo o facto do Google ainda não ter a capacidade de encontrar milagres! Pois no que diz respeito ao planeamento.. uiii... os tugas são uns senhores!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais queria dar-lhe as minhas felicitações pelo blog, bem escrito, bons grafismos, merece ter um lugar na minha blogroll, em <a href="http://engenium.wordpress.com/" rel="nofollow">http://engenium.wordpress.com/</a></p>
<p>Agora falando de coisas sérias&#8230;</p>
<p>Barreiras Arquitectónicas, têm tudo e nada a ver com isto mas foi a imagem que me veio à cabeça quando passei um olhar pelo texto.</p>
<p>Há uns tempos foi aprovado o Decreto-Lei nº163/2006 sobre a eliminação de barreiras arquitectónicas (se não me engano), que normalmente, se as coisas funcionassem, deveria servir para alguma coisa (a ver vamos). </p>
<p>Mas a verdade é que num país de tugas é tudo feito em cima do joelho ou numa mesa da taberna da esquina, quero com isto dizer que, na altura procurei conhecer um pouco melhor a questão das barreiras arquitectónicas e o modo de as atenuar, mas &#8220;NÃO HÁ NADA DE JEITO&#8221;, não há dados estatísticos nem informação organizada, nada!</p>
<p>Não sei se foi a minha pesquisa que foi muito limitada, mas parece-me ser mesmo o facto do Google ainda não ter a capacidade de encontrar milagres! Pois no que diz respeito ao planeamento.. uiii&#8230; os tugas são uns senhores!!</p>
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		<title>By: Ana</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2006/11/07/a-cidade-e-as-bicicletas/#comment-21</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2006 13:24:48 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!

Se voces se revoltam com a falta de ciclovis, apoio, legislação, etc, etc, aqui no Brasil é umpouco pior, há algumas ciclovias, mas estas em sua maioria acabam em precipicios, autoestradas, locais onde nõ deveriamacabar, os condutores nãso respeitam as bicicletas, ~quem as dirige não conhece a legislação e o pior.... não se podemdeixar em nenhum sitio, pois sempre são roubadas.....triste este facto, mas obrigam-nos a andar sempre a conduzir ou a andar a pé ou de auto carro, que muitas vezes são assaltados e queimados, basta ver os noticiarios, ainda esta semana a ministra do superior tribunal foi assaltada e sua comitiva teve o carro roubado..... (não acharam os assaltantes, embora tenham matado dois!!!! :(
que dizer?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Se voces se revoltam com a falta de ciclovis, apoio, legislação, etc, etc, aqui no Brasil é umpouco pior, há algumas ciclovias, mas estas em sua maioria acabam em precipicios, autoestradas, locais onde nõ deveriamacabar, os condutores nãso respeitam as bicicletas, ~quem as dirige não conhece a legislação e o pior&#8230;. não se podemdeixar em nenhum sitio, pois sempre são roubadas&#8230;..triste este facto, mas obrigam-nos a andar sempre a conduzir ou a andar a pé ou de auto carro, que muitas vezes são assaltados e queimados, basta ver os noticiarios, ainda esta semana a ministra do superior tribunal foi assaltada e sua comitiva teve o carro roubado&#8230;.. (não acharam os assaltantes, embora tenham matado dois!!!! <img src='http://palavras-arquitectura.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> que dizer?</p>
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	<item>
		<title>By: A cidade e as pessoas at b a n a n a l o g i c</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2006/11/07/a-cidade-e-as-bicicletas/#comment-20</link>
		<dc:creator>A cidade e as pessoas at b a n a n a l o g i c</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 13:37:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palavras-arquitectura.com/?p=63#comment-20</guid>
		<description>[...] Noutro blog, palavras da arquitectura, encontrei um texto sobre &#8220;a cidade e as bicicletas&#8220;. Trecho (sublinhados &#38; cheios são meus): [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Noutro blog, palavras da arquitectura, encontrei um texto sobre &#8220;a cidade e as bicicletas&#8220;. Trecho (sublinhados &#38; cheios são meus): [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: asimplemind</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2006/11/07/a-cidade-e-as-bicicletas/#comment-19</link>
		<dc:creator>asimplemind</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2006 17:05:06 +0000</pubDate>
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		<description>LLopes, obrigado por comentar, estas cidades que enunciei realmente não têm topografias acidentadas, mas o que queria realmente exemplificar é que o que por vezes indicia a uma mudança de mentalidades nem é tanto o facto de haver subidas e descidas ao longo das cidades, mas definitivamente de uma aposta política e educativa de forma a convencer as pessoas que é mais saudavel utilizar meios de deslocação ecológicos do que poluentes. Trata-se portanto de criar condições para tal. Ao nível das estradas, parques de bicicletas, rede de transportes públicos e, outro tipo de incentivos que podem ser aplicados em diversos casos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LLopes, obrigado por comentar, estas cidades que enunciei realmente não têm topografias acidentadas, mas o que queria realmente exemplificar é que o que por vezes indicia a uma mudança de mentalidades nem é tanto o facto de haver subidas e descidas ao longo das cidades, mas definitivamente de uma aposta política e educativa de forma a convencer as pessoas que é mais saudavel utilizar meios de deslocação ecológicos do que poluentes. Trata-se portanto de criar condições para tal. Ao nível das estradas, parques de bicicletas, rede de transportes públicos e, outro tipo de incentivos que podem ser aplicados em diversos casos.</p>
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	<item>
		<title>By: LLopes</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2006/11/07/a-cidade-e-as-bicicletas/#comment-18</link>
		<dc:creator>LLopes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2006 10:50:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palavras-arquitectura.com/?p=63#comment-18</guid>
		<description>Caro joão, de facto dou-lhe muita razão quanto ao comentário, mas após ter estado em algumas dessas cidades que comparou, também me apraz dizer que, todas, ou quase todas são de topografia suave - venho a pé para o meu local de trabalho, se viesse de bicicleta, o ultimo km seria um autêntico prémio de montanha - também o pavimento dessas cidades, as condições para deslocação em bicicleta que partiram de um politica de apoio ao uso da mesma, tornam-las cidades agradáveis para a deslocação em bicicleta. Quanto a Lx, por mim continuo no meu comboio/metro e o meu ultimo km a pé!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro joão, de facto dou-lhe muita razão quanto ao comentário, mas após ter estado em algumas dessas cidades que comparou, também me apraz dizer que, todas, ou quase todas são de topografia suave - venho a pé para o meu local de trabalho, se viesse de bicicleta, o ultimo km seria um autêntico prémio de montanha - também o pavimento dessas cidades, as condições para deslocação em bicicleta que partiram de um politica de apoio ao uso da mesma, tornam-las cidades agradáveis para a deslocação em bicicleta. Quanto a Lx, por mim continuo no meu comboio/metro e o meu ultimo km a pé!</p>
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