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	<title>Comments on: Ser ou NÃ£o Ser Moderno</title>
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	<description>arquitectura</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:05:13 +0000</pubDate>
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		<title>By: SÃ©rgio Dias Silva</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/#comment-35</link>
		<dc:creator>SÃ©rgio Dias Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2007 17:35:48 +0000</pubDate>
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		<description>Eu nÃ£o falava da situaÃ§Ã£o actual Portuguesa; aÃ­ concordo contigo, que somos muito menos crÃ­ticos, actualmente, em relaÃ§Ã£o Ã s influÃªncias que adoptamos do que os espanhÃ³is. O que eu tentava dizer Ã© que o Siza tem uma arma que outros nÃ£o tiveram, que Ã© a divulgaÃ§Ã£o internacional, porque a posiÃ§Ã£o que o Siza tem em relaÃ§Ã£o Ã  arquitectura sempre existiu em Portugal. Claro que Siza associa a essa posiÃ§Ã£o uma genialidade que ultrapassa as fronteiras portuguesas, mas, pegando no Pedro Vieira de Almeida, poderÃ¡s ver o texto dele sobre a obra do Viana de Lima, no catÃ¡logo da exposiÃ§Ã£o da Gulbenkian, de onde se pode tirar que havia, tambÃ©m, uma leitura crÃ­tica dos modelos internacionais e uma adaptaÃ§Ã£o a uma realidade de brandos costumes como Ã© a Portuguesa (e o caso do Viana de Lima, tendo colaborado com o Corbusier, Ã© particularmente interessante).

E aquilo em que eu insisto Ã© que essa atitude nÃ£o Ã© de agora, nem sequer Ã© do sÃ©culo XX. Georges Kubler Ã© considerado um dos historiadores que melhor entendeu a unicidade da arquitectura portuguesa e o livro sobre o Estilo ChÃ£o reflecte precisamente sobre o mesmo tema: o conhecimento que os Portugueses revelavam dos modelos internacionais seus contemporÃ¢neos associado a uma capacidade muito prÃ³pria, muito lusa, de os transformar numa outra arquitectura, mais contida, mais pragmÃ¡tica, mas nÃ£o com menos valor do que a original.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nÃ£o falava da situaÃ§Ã£o actual Portuguesa; aÃ­ concordo contigo, que somos muito menos crÃ­ticos, actualmente, em relaÃ§Ã£o Ã s influÃªncias que adoptamos do que os espanhÃ³is. O que eu tentava dizer Ã© que o Siza tem uma arma que outros nÃ£o tiveram, que Ã© a divulgaÃ§Ã£o internacional, porque a posiÃ§Ã£o que o Siza tem em relaÃ§Ã£o Ã  arquitectura sempre existiu em Portugal. Claro que Siza associa a essa posiÃ§Ã£o uma genialidade que ultrapassa as fronteiras portuguesas, mas, pegando no Pedro Vieira de Almeida, poderÃ¡s ver o texto dele sobre a obra do Viana de Lima, no catÃ¡logo da exposiÃ§Ã£o da Gulbenkian, de onde se pode tirar que havia, tambÃ©m, uma leitura crÃ­tica dos modelos internacionais e uma adaptaÃ§Ã£o a uma realidade de brandos costumes como Ã© a Portuguesa (e o caso do Viana de Lima, tendo colaborado com o Corbusier, Ã© particularmente interessante).</p>
<p>E aquilo em que eu insisto Ã© que essa atitude nÃ£o Ã© de agora, nem sequer Ã© do sÃ©culo XX. Georges Kubler Ã© considerado um dos historiadores que melhor entendeu a unicidade da arquitectura portuguesa e o livro sobre o Estilo ChÃ£o reflecte precisamente sobre o mesmo tema: o conhecimento que os Portugueses revelavam dos modelos internacionais seus contemporÃ¢neos associado a uma capacidade muito prÃ³pria, muito lusa, de os transformar numa outra arquitectura, mais contida, mais pragmÃ¡tica, mas nÃ£o com menos valor do que a original.</p>
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		<title>By: JoÃ£o Sousa</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/#comment-33</link>
		<dc:creator>JoÃ£o Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2007 21:58:29 +0000</pubDate>
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		<description>SÃ©rgio: tens razÃ£o no que dizes, mas precisamente aquilo que dizes Ã© o contrÃ¡rio do regionalismo crÃ­tico, Ã© precisamente o regionalismo sem sentido crÃ­tico.

NÃ£o revejo o arquitecto Siza Vieira num Regionalismo sem sentido crÃ­tico, serÃ¡ talvez o arquitecto portuguÃªs expoente mÃ¡ximo do Regionalismo CrÃ­tico e por isso mesmo tem o devido reconhecimento.

Agora aquilo que acontece em Portugal e que por exemplo em Espanha jÃ¡ nÃ£o acontece tanto Ã© a falta desse sentido crÃ­tico perante uma cultura local e uma arquitectura internacional. AÃ­ temos muito que pensar e muito que aprender com outros.

A propÃ³sito da noÃ§Ã£o do Regionalismo CrÃ­tico, Pedro Vieira de Almeida introduz ainda a noÃ§Ã£o de "internacionalismo CrÃ­tico" que Ã© precisamente a mesma atitude crÃ­tica que devemos ter perante as influÃªncias de fora como a que devemos ter com as influÃªncias locais. Penso que Ã© neste equilÃ­brio que nos devemos situar pois cada um dos extremos perde sempre sempre uma das dimensÃµes crÃ­ticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SÃ©rgio: tens razÃ£o no que dizes, mas precisamente aquilo que dizes Ã© o contrÃ¡rio do regionalismo crÃ­tico, Ã© precisamente o regionalismo sem sentido crÃ­tico.</p>
<p>NÃ£o revejo o arquitecto Siza Vieira num Regionalismo sem sentido crÃ­tico, serÃ¡ talvez o arquitecto portuguÃªs expoente mÃ¡ximo do Regionalismo CrÃ­tico e por isso mesmo tem o devido reconhecimento.</p>
<p>Agora aquilo que acontece em Portugal e que por exemplo em Espanha jÃ¡ nÃ£o acontece tanto Ã© a falta desse sentido crÃ­tico perante uma cultura local e uma arquitectura internacional. AÃ­ temos muito que pensar e muito que aprender com outros.</p>
<p>A propÃ³sito da noÃ§Ã£o do Regionalismo CrÃ­tico, Pedro Vieira de Almeida introduz ainda a noÃ§Ã£o de &#8220;internacionalismo CrÃ­tico&#8221; que Ã© precisamente a mesma atitude crÃ­tica que devemos ter perante as influÃªncias de fora como a que devemos ter com as influÃªncias locais. Penso que Ã© neste equilÃ­brio que nos devemos situar pois cada um dos extremos perde sempre sempre uma das dimensÃµes crÃ­ticas.</p>
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		<title>By: SÃ©rgio Dias Silva</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/#comment-32</link>
		<dc:creator>SÃ©rgio Dias Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2007 21:47:46 +0000</pubDate>
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		<description>A ideia do Regionalismo CrÃ­tico tem o seu interesse, mas Ã© uma "gaveta" perigosa; que, aliÃ¡s, os "engavetados" rejeitam (Siza Ã© um deles). Sendo uma resposta possÃ­vel, Ã© preciso nÃ£o esquecer, olhando o caso da arquitectura portuguesa, que esta foi sempre de reinterpretaÃ§Ã£o e adaptaÃ§Ã£o de modelos internacionais. E se assim foi, e se nunca chegamos a estar inteiramente em sintonia com as discussÃµes "lÃ¡ de fora", entÃ£o se calhar, somos Regionalistas CrÃ­ticos desde o sÃ©culo X...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia do Regionalismo CrÃ­tico tem o seu interesse, mas Ã© uma &#8220;gaveta&#8221; perigosa; que, aliÃ¡s, os &#8220;engavetados&#8221; rejeitam (Siza Ã© um deles). Sendo uma resposta possÃ­vel, Ã© preciso nÃ£o esquecer, olhando o caso da arquitectura portuguesa, que esta foi sempre de reinterpretaÃ§Ã£o e adaptaÃ§Ã£o de modelos internacionais. E se assim foi, e se nunca chegamos a estar inteiramente em sintonia com as discussÃµes &#8220;lÃ¡ de fora&#8221;, entÃ£o se calhar, somos Regionalistas CrÃ­ticos desde o sÃ©culo X&#8230;</p>
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		<title>By: [blog] palavras da arquitectura - Página 2 - Arquitectura.pt</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/#comment-31</link>
		<dc:creator>[blog] palavras da arquitectura - Página 2 - Arquitectura.pt</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2007 19:07:39 +0000</pubDate>
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		<description>[...] artigo: Ser ou N&#227;o Ser Moderno - Uma reflex&#227;o sobre a arquitectura contempor&#226;nea   __________________   [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] artigo: Ser ou N&#227;o Ser Moderno - Uma reflex&#227;o sobre a arquitectura contempor&#226;nea   __________________   [...]</p>
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