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	<title>Comments on: Ser ou Não Ser Moderno</title>
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	<description>um olhar sobre a  arquitectura contemporânea</description>
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		<title>By: Carlos Goldman</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/comment-page-1/#comment-5630</link>
		<dc:creator>Carlos Goldman</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 16:17:51 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo Sérgio Dias Silva, muito boa lembrança do autor Georges Kubler  - concordo com o pensamento de ambos, mas acho que você complementou bem. O processo da arquitectura Chã portuguesa demonstra este mesmo processo crítico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo Sérgio Dias Silva, muito boa lembrança do autor Georges Kubler  &#8211; concordo com o pensamento de ambos, mas acho que você complementou bem. O processo da arquitectura Chã portuguesa demonstra este mesmo processo crítico.</p>
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		<title>By: João Sousa</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/comment-page-1/#comment-2341</link>
		<dc:creator>João Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 12:45:52 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Patrícia,

A referência que faço no meu artigo refere-se ao livro: ALMEIDA, Pedro Vieira, &quot;Da Teoria, oito lições&quot;, Porto, ESAP, 2005. Provavelmente não encontrarás este livro a não ser em bibliotecas... No entanto, há um novo livro do mesmo autor, sobre teoria da arquitectura, que poderás encontrar nas livrarias e que se chama &quot;Apontamentos para uma Teoria da Arquitectura&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Patrícia,</p>
<p>A referência que faço no meu artigo refere-se ao livro: ALMEIDA, Pedro Vieira, &#8220;Da Teoria, oito lições&#8221;, Porto, ESAP, 2005. Provavelmente não encontrarás este livro a não ser em bibliotecas&#8230; No entanto, há um novo livro do mesmo autor, sobre teoria da arquitectura, que poderás encontrar nas livrarias e que se chama &#8220;Apontamentos para uma Teoria da Arquitectura&#8221;.</p>
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		<title>By: Patrícia Pedrosa</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/comment-page-1/#comment-2280</link>
		<dc:creator>Patrícia Pedrosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 14:30:44 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;A Post-Modernidade (enunciada por Pedro Vieira de Almeida)....&quot;. Gostaria de saber a referência bibliográfica, se possível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A Post-Modernidade (enunciada por Pedro Vieira de Almeida)&#8230;.&#8221;. Gostaria de saber a referência bibliográfica, se possível.</p>
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		<title>By: Sérgio Dias Silva</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/comment-page-1/#comment-35</link>
		<dc:creator>Sérgio Dias Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2007 17:35:48 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não falava da situação actual Portuguesa; aí concordo contigo, que somos muito menos críticos, actualmente, em relação às influências que adoptamos do que os espanhóis. O que eu tentava dizer é que o Siza tem uma arma que outros não tiveram, que é a divulgação internacional, porque a posição que o Siza tem em relação à arquitectura sempre existiu em Portugal. Claro que Siza associa a essa posição uma genialidade que ultrapassa as fronteiras portuguesas, mas, pegando no Pedro Vieira de Almeida, poderás ver o texto dele sobre a obra do Viana de Lima, no catálogo da exposição da Gulbenkian, de onde se pode tirar que havia, também, uma leitura crítica dos modelos internacionais e uma adaptação a uma realidade de brandos costumes como é a Portuguesa (e o caso do Viana de Lima, tendo colaborado com o Corbusier, é particularmente interessante).

E aquilo em que eu insisto é que essa atitude não é de agora, nem sequer é do século XX. Georges Kubler é considerado um dos historiadores que melhor entendeu a unicidade da arquitectura portuguesa e o livro sobre o Estilo Chão reflecte precisamente sobre o mesmo tema: o conhecimento que os Portugueses revelavam dos modelos internacionais seus contemporâneos associado a uma capacidade muito própria, muito lusa, de os transformar numa outra arquitectura, mais contida, mais pragmática, mas não com menos valor do que a original.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não falava da situação actual Portuguesa; aí concordo contigo, que somos muito menos críticos, actualmente, em relação às influências que adoptamos do que os espanhóis. O que eu tentava dizer é que o Siza tem uma arma que outros não tiveram, que é a divulgação internacional, porque a posição que o Siza tem em relação à arquitectura sempre existiu em Portugal. Claro que Siza associa a essa posição uma genialidade que ultrapassa as fronteiras portuguesas, mas, pegando no Pedro Vieira de Almeida, poderás ver o texto dele sobre a obra do Viana de Lima, no catálogo da exposição da Gulbenkian, de onde se pode tirar que havia, também, uma leitura crítica dos modelos internacionais e uma adaptação a uma realidade de brandos costumes como é a Portuguesa (e o caso do Viana de Lima, tendo colaborado com o Corbusier, é particularmente interessante).</p>
<p>E aquilo em que eu insisto é que essa atitude não é de agora, nem sequer é do século XX. Georges Kubler é considerado um dos historiadores que melhor entendeu a unicidade da arquitectura portuguesa e o livro sobre o Estilo Chão reflecte precisamente sobre o mesmo tema: o conhecimento que os Portugueses revelavam dos modelos internacionais seus contemporâneos associado a uma capacidade muito própria, muito lusa, de os transformar numa outra arquitectura, mais contida, mais pragmática, mas não com menos valor do que a original.</p>
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		<title>By: João Sousa</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2007/04/13/ser-ou-nao-ser-moderno/comment-page-1/#comment-33</link>
		<dc:creator>João Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2007 21:58:29 +0000</pubDate>
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		<description>Sérgio: tens razão no que dizes, mas precisamente aquilo que dizes é o contrário do regionalismo crítico, é precisamente o regionalismo sem sentido crítico.

Não revejo o arquitecto Siza Vieira num Regionalismo sem sentido crítico, será talvez o arquitecto português expoente máximo do Regionalismo Crítico e por isso mesmo tem o devido reconhecimento.

Agora aquilo que acontece em Portugal e que por exemplo em Espanha já não acontece tanto é a falta desse sentido crítico perante uma cultura local e uma arquitectura internacional. Aí temos muito que pensar e muito que aprender com outros.

A propósito da noção do Regionalismo Crítico, Pedro Vieira de Almeida introduz ainda a noção de &quot;internacionalismo Crítico&quot; que é precisamente a mesma atitude crítica que devemos ter perante as influências de fora como a que devemos ter com as influências locais. Penso que é neste equilíbrio que nos devemos situar pois cada um dos extremos perde sempre sempre uma das dimensões críticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio: tens razão no que dizes, mas precisamente aquilo que dizes é o contrário do regionalismo crítico, é precisamente o regionalismo sem sentido crítico.</p>
<p>Não revejo o arquitecto Siza Vieira num Regionalismo sem sentido crítico, será talvez o arquitecto português expoente máximo do Regionalismo Crítico e por isso mesmo tem o devido reconhecimento.</p>
<p>Agora aquilo que acontece em Portugal e que por exemplo em Espanha já não acontece tanto é a falta desse sentido crítico perante uma cultura local e uma arquitectura internacional. Aí temos muito que pensar e muito que aprender com outros.</p>
<p>A propósito da noção do Regionalismo Crítico, Pedro Vieira de Almeida introduz ainda a noção de &#8220;internacionalismo Crítico&#8221; que é precisamente a mesma atitude crítica que devemos ter perante as influências de fora como a que devemos ter com as influências locais. Penso que é neste equilíbrio que nos devemos situar pois cada um dos extremos perde sempre sempre uma das dimensões críticas.</p>
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