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	<title>Comments on: Trienal de Arquitectura de Lisboa</title>
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	<pubDate>Sat, 17 May 2008 01:04:19 +0000</pubDate>
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		<title>By: [blog] palavras da arquitectura - Página 3 - Arquitectura.pt</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 21:17:53 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Trienal de Arquitectura de Lisboa     &#34;A temática global, os “vazios urbanos” foi algo que por diversas razões esteve sempre presente ao longo das exposições desta Trienal. Aliás, as cidades só existem pela conjugação dos vazios e cheios que as compõem, que lhes dão identidade e as individualizam. No entanto, nestes “vazios urbanos”, é possível notar algumas particularidades que os definem e lhes dão forma e carácter. Mas antes de mais o que são “vazios urbanos” e como poderemos identificá-los? Serão apenas espaços livres de ocupação por entre construções? Poderão ser praças, largos, ruas, vielas, rios, lagos, montes, jardins, parques, que encontramos em diversas cidades? Assim sendo, um “vazio urbano” poderá ter mais do que um significado, poderá ser benéfico ou não para a cidade, poderá ser utilizável ou não, … Deveremos então poder identificar claramente o que são “vazios urbanos” maus e bons, por assim dizer. Sob os quais deveremos intervir mais, ou menos, de forma a que mesmo um “vazio” se encha de identidade e carácter que permita uma função e um uso. Desde as primeiras cidades que podemos observar uma proliferação de vazios que, com usos distintos, são essenciais à vivência das mesmas. É num “vazio” que se cria o comércio, que se estabelecem laços e relações e que se faz a vida social urbana. Ora, aquilo que herdamos de milénios de história são modus operandi que originaram aglomerados urbanos, construções e vazios, diferentes aspectos que levaram as cidades históricas ao que são hoje e que as conduzem numa evolução sistemática ao longo dos tempos.&#34;       artigo completo em: http://palavras-arquitectura.com   __________________ myspace  deviantART [...]</description>
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