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	<title>Comments on: Da Arquitectura Sustentável</title>
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	<description>arquitectura</description>
	<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 23:39:37 +0000</pubDate>
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		<title>By: Judit Bellostes : de madera y adobe - house in Arruda dos Vinhos</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/#comment-204</link>
		<dc:creator>Judit Bellostes : de madera y adobe - house in Arruda dos Vinhos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 09:49:18 +0000</pubDate>
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		<description>[...] casa en Arruda dos Vinhos - palavras da arquitectura (artículo con fotografías y descripción del proyecto) + casa en Arruda dos Vinhos - Diário de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] casa en Arruda dos Vinhos - palavras da arquitectura (artículo con fotografías y descripción del proyecto) + casa en Arruda dos Vinhos - Diário de [...]</p>
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		<title>By: Francisco Freire</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/#comment-189</link>
		<dc:creator>Francisco Freire</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 23:36:38 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João,

Nós (plano b) desconhecíamos o ‘palavras da arquitectura’ e foi com surpresa e agrado que demos com o artigo!

Em primeiro, obrigado pelas considerações acerca do nosso trabalho e parabéns pelo blog – ao qual voltaremos com regularidade.

Segundo, permita-nos comentar – em tom de correcção – uma frase a propósito da nossa prática na qual se refere que desenvolvemos uma “arquitectura com uma finalidade ecológica”. Na verdade, não encaramos que os nossos projectos devam ter uma finalidade ecológica – se bem que a ideia de pensar à partida num ‘fim’ (no tempo) de uma construção é algo que nos agrada. Expressões como ‘arquitectura sustentável, bioclimática ou ecológica’ são termos que nos causam algum embaraço quando associados ao que fazemos. O princípio do plano b foi desde sempre muito claro: associar materiais naturais a materiais industriais de uma forma simbiótica. Há seis anos, começámos carregados de alguma carga ideológica ‘eco’ mas, gradualmente – por via da experiência e algum amadurecimento -, temo-nos livrado dela. Pensamos agora que a maior vantagem do nosso principio-activo é conceptual - uma forma de reflectir/criticar sobre a nossa condição pós-industrial. Não procuramos uma resposta para os problemas do mundo, mas gostamos de agitar as águas, correndo o risco de sermos ‘engraçadinhos’.

Em terceiro, mais um comentário a um comentário que advoga “simplicidade e economia” à casa de Arruda. Infelizmente, também não podemos concordar – apesar de ter sido essa a nossa ideia aquando da proposta inicial. O que aparentemente é um processo construtivo simples verificou-se bastante complexo e moroso; e quanto à economia, se podemos dizer que os materiais foram ‘baratos qb’, a mão-de-obra não o foi e deparámo-nos com uma derrapagem significativa nos custos previstos. Contudo, estamos todos – cliente incluído - muito orgulhosos do percurso construtivo e do resultado da coisa!

Finalmente, e em quarto lugar, a propósito do debate (e o consenso) nos comentários acerca da Não construção com técnicas tradicionais “em larga escala” ou em “habitação colectiva”. E porque não? Não por romantismo ou sequer pela sustentabilidade mas por uma Ideia Contemporânea, simplesmente? 

Francisco Freire</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João,</p>
<p>Nós (plano b) desconhecíamos o ‘palavras da arquitectura’ e foi com surpresa e agrado que demos com o artigo!</p>
<p>Em primeiro, obrigado pelas considerações acerca do nosso trabalho e parabéns pelo blog – ao qual voltaremos com regularidade.</p>
<p>Segundo, permita-nos comentar – em tom de correcção – uma frase a propósito da nossa prática na qual se refere que desenvolvemos uma “arquitectura com uma finalidade ecológica”. Na verdade, não encaramos que os nossos projectos devam ter uma finalidade ecológica – se bem que a ideia de pensar à partida num ‘fim’ (no tempo) de uma construção é algo que nos agrada. Expressões como ‘arquitectura sustentável, bioclimática ou ecológica’ são termos que nos causam algum embaraço quando associados ao que fazemos. O princípio do plano b foi desde sempre muito claro: associar materiais naturais a materiais industriais de uma forma simbiótica. Há seis anos, começámos carregados de alguma carga ideológica ‘eco’ mas, gradualmente – por via da experiência e algum amadurecimento -, temo-nos livrado dela. Pensamos agora que a maior vantagem do nosso principio-activo é conceptual - uma forma de reflectir/criticar sobre a nossa condição pós-industrial. Não procuramos uma resposta para os problemas do mundo, mas gostamos de agitar as águas, correndo o risco de sermos ‘engraçadinhos’.</p>
<p>Em terceiro, mais um comentário a um comentário que advoga “simplicidade e economia” à casa de Arruda. Infelizmente, também não podemos concordar – apesar de ter sido essa a nossa ideia aquando da proposta inicial. O que aparentemente é um processo construtivo simples verificou-se bastante complexo e moroso; e quanto à economia, se podemos dizer que os materiais foram ‘baratos qb’, a mão-de-obra não o foi e deparámo-nos com uma derrapagem significativa nos custos previstos. Contudo, estamos todos – cliente incluído - muito orgulhosos do percurso construtivo e do resultado da coisa!</p>
<p>Finalmente, e em quarto lugar, a propósito do debate (e o consenso) nos comentários acerca da Não construção com técnicas tradicionais “em larga escala” ou em “habitação colectiva”. E porque não? Não por romantismo ou sequer pela sustentabilidade mas por uma Ideia Contemporânea, simplesmente? </p>
<p>Francisco Freire</p>
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		<title>By: João Sousa</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/#comment-161</link>
		<dc:creator>João Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 10:50:53 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Fernando,

É isso mesmo, não vamos construir edifícios de habitação colectiva com técnicas tradicionais, necessitamos de rigidez, de uma boa estrutura, de sistemas de esgotos, etc. No entanto também aqui é a simplicidade que torna todo o sistema sustentável. As orientações solares, os materiais, os sistemas de aquecimento e arrefecimento passivos etc... Há muito para onde nos viramos e tantas formas de o fazer que na minha opinião nada disto são constrangimentos ao desenho de um edifício, mas por outro lado são mais dados para a resolução de problemas.

cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Fernando,</p>
<p>É isso mesmo, não vamos construir edifícios de habitação colectiva com técnicas tradicionais, necessitamos de rigidez, de uma boa estrutura, de sistemas de esgotos, etc. No entanto também aqui é a simplicidade que torna todo o sistema sustentável. As orientações solares, os materiais, os sistemas de aquecimento e arrefecimento passivos etc&#8230; Há muito para onde nos viramos e tantas formas de o fazer que na minha opinião nada disto são constrangimentos ao desenho de um edifício, mas por outro lado são mais dados para a resolução de problemas.</p>
<p>cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: fernando lara</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/#comment-160</link>
		<dc:creator>fernando lara</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 03:04:30 +0000</pubDate>
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		<description>prezado Joao,

muito bom seu texto e melhor ainda a ideia do blog documentando a evolucao da casinha. Mas se por um lado voce tem razao ao afirmar que a sustentabilidade veio para ficar e que toda arquitetura deveria ser sustentavel desde o principio, cabe tambem perguntar como resolver o problema habitacional em larga escala usando materiais como adobe. Me parece um pouco romantico e "insustentavel" diante da a necessidade de densidade (transporte, infra-estrutura, etc). Na minha opiniao, a chave esta na mesclagem entre materiais tradicionais e industrializados, como o policarbonato (a prova d'agua) revestindo o adobe (inercia termica). Gostei do blog e pretendo voltar. Fernando Lara</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>prezado Joao,</p>
<p>muito bom seu texto e melhor ainda a ideia do blog documentando a evolucao da casinha. Mas se por um lado voce tem razao ao afirmar que a sustentabilidade veio para ficar e que toda arquitetura deveria ser sustentavel desde o principio, cabe tambem perguntar como resolver o problema habitacional em larga escala usando materiais como adobe. Me parece um pouco romantico e &#8220;insustentavel&#8221; diante da a necessidade de densidade (transporte, infra-estrutura, etc). Na minha opiniao, a chave esta na mesclagem entre materiais tradicionais e industrializados, como o policarbonato (a prova d&#8217;agua) revestindo o adobe (inercia termica). Gostei do blog e pretendo voltar. Fernando Lara</p>
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