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	<title>Comments on: Da Arquitectura Sustentável</title>
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	<description>um olhar sobre a  arquitectura contemporânea</description>
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		<title>By: Luis</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/comment-page-1/#comment-4673</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 21:05:05 +0000</pubDate>
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		<description>Boa tarde

Gostava de saber se voce era Membro da Escola Livre de Filosofia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde</p>
<p>Gostava de saber se voce era Membro da Escola Livre de Filosofia.</p>
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		<title>By: João Sousa</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/comment-page-1/#comment-522</link>
		<dc:creator>João Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 19:05:09 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Márcio,

De facto a não existem referências à empresa construtora, pois tal não era relevante para o texto em questão. Dessa forma sugiro que contactes directamente o atelier de arquitectura Plano B que te poderão informar sobre isso. &lt;a href=&quot;http://www.planob.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;PLANO B&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Márcio,</p>
<p>De facto a não existem referências à empresa construtora, pois tal não era relevante para o texto em questão. Dessa forma sugiro que contactes directamente o atelier de arquitectura Plano B que te poderão informar sobre isso. <a href="http://www.planob.com/" rel="nofollow">PLANO B</a></p>
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		<title>By: Márcio Santos</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/comment-page-1/#comment-521</link>
		<dc:creator>Márcio Santos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 18:21:29 +0000</pubDate>
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		<description>Boas,

Já tinha conhecimento deste projecto e devo dizer que gostei muito do resultado e do conceito que lhe está associado. Reparei, que não existem referências ao construtor e à empresa que efectuou a estrutura de madeira, será possível fornecerem estas referências?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boas,</p>
<p>Já tinha conhecimento deste projecto e devo dizer que gostei muito do resultado e do conceito que lhe está associado. Reparei, que não existem referências ao construtor e à empresa que efectuou a estrutura de madeira, será possível fornecerem estas referências?</p>
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		<title>By: Judit Bellostes : de madera y adobe - house in Arruda dos Vinhos</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/comment-page-1/#comment-204</link>
		<dc:creator>Judit Bellostes : de madera y adobe - house in Arruda dos Vinhos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 09:49:18 +0000</pubDate>
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		<description>[...] casa en Arruda dos Vinhos - palavras da arquitectura (artículo con fotografías y descripción del proyecto) + casa en Arruda dos Vinhos - Diário de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] casa en Arruda dos Vinhos &#8211; palavras da arquitectura (artículo con fotografías y descripción del proyecto) + casa en Arruda dos Vinhos &#8211; Diário de [...]</p>
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		<title>By: Francisco Freire</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/01/15/da-arquitectura-sustentavel/comment-page-1/#comment-189</link>
		<dc:creator>Francisco Freire</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 23:36:38 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João,

Nós (plano b) desconhecíamos o ‘palavras da arquitectura’ e foi com surpresa e agrado que demos com o artigo!

Em primeiro, obrigado pelas considerações acerca do nosso trabalho e parabéns pelo blog – ao qual voltaremos com regularidade.

Segundo, permita-nos comentar – em tom de correcção – uma frase a propósito da nossa prática na qual se refere que desenvolvemos uma “arquitectura com uma finalidade ecológica”. Na verdade, não encaramos que os nossos projectos devam ter uma finalidade ecológica – se bem que a ideia de pensar à partida num ‘fim’ (no tempo) de uma construção é algo que nos agrada. Expressões como ‘arquitectura sustentável, bioclimática ou ecológica’ são termos que nos causam algum embaraço quando associados ao que fazemos. O princípio do plano b foi desde sempre muito claro: associar materiais naturais a materiais industriais de uma forma simbiótica. Há seis anos, começámos carregados de alguma carga ideológica ‘eco’ mas, gradualmente – por via da experiência e algum amadurecimento -, temo-nos livrado dela. Pensamos agora que a maior vantagem do nosso principio-activo é conceptual - uma forma de reflectir/criticar sobre a nossa condição pós-industrial. Não procuramos uma resposta para os problemas do mundo, mas gostamos de agitar as águas, correndo o risco de sermos ‘engraçadinhos’.

Em terceiro, mais um comentário a um comentário que advoga “simplicidade e economia” à casa de Arruda. Infelizmente, também não podemos concordar – apesar de ter sido essa a nossa ideia aquando da proposta inicial. O que aparentemente é um processo construtivo simples verificou-se bastante complexo e moroso; e quanto à economia, se podemos dizer que os materiais foram ‘baratos qb’, a mão-de-obra não o foi e deparámo-nos com uma derrapagem significativa nos custos previstos. Contudo, estamos todos – cliente incluído - muito orgulhosos do percurso construtivo e do resultado da coisa!

Finalmente, e em quarto lugar, a propósito do debate (e o consenso) nos comentários acerca da Não construção com técnicas tradicionais “em larga escala” ou em “habitação colectiva”. E porque não? Não por romantismo ou sequer pela sustentabilidade mas por uma Ideia Contemporânea, simplesmente? 

Francisco Freire</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João,</p>
<p>Nós (plano b) desconhecíamos o ‘palavras da arquitectura’ e foi com surpresa e agrado que demos com o artigo!</p>
<p>Em primeiro, obrigado pelas considerações acerca do nosso trabalho e parabéns pelo blog – ao qual voltaremos com regularidade.</p>
<p>Segundo, permita-nos comentar – em tom de correcção – uma frase a propósito da nossa prática na qual se refere que desenvolvemos uma “arquitectura com uma finalidade ecológica”. Na verdade, não encaramos que os nossos projectos devam ter uma finalidade ecológica – se bem que a ideia de pensar à partida num ‘fim’ (no tempo) de uma construção é algo que nos agrada. Expressões como ‘arquitectura sustentável, bioclimática ou ecológica’ são termos que nos causam algum embaraço quando associados ao que fazemos. O princípio do plano b foi desde sempre muito claro: associar materiais naturais a materiais industriais de uma forma simbiótica. Há seis anos, começámos carregados de alguma carga ideológica ‘eco’ mas, gradualmente – por via da experiência e algum amadurecimento -, temo-nos livrado dela. Pensamos agora que a maior vantagem do nosso principio-activo é conceptual &#8211; uma forma de reflectir/criticar sobre a nossa condição pós-industrial. Não procuramos uma resposta para os problemas do mundo, mas gostamos de agitar as águas, correndo o risco de sermos ‘engraçadinhos’.</p>
<p>Em terceiro, mais um comentário a um comentário que advoga “simplicidade e economia” à casa de Arruda. Infelizmente, também não podemos concordar – apesar de ter sido essa a nossa ideia aquando da proposta inicial. O que aparentemente é um processo construtivo simples verificou-se bastante complexo e moroso; e quanto à economia, se podemos dizer que os materiais foram ‘baratos qb’, a mão-de-obra não o foi e deparámo-nos com uma derrapagem significativa nos custos previstos. Contudo, estamos todos – cliente incluído &#8211; muito orgulhosos do percurso construtivo e do resultado da coisa!</p>
<p>Finalmente, e em quarto lugar, a propósito do debate (e o consenso) nos comentários acerca da Não construção com técnicas tradicionais “em larga escala” ou em “habitação colectiva”. E porque não? Não por romantismo ou sequer pela sustentabilidade mas por uma Ideia Contemporânea, simplesmente? </p>
<p>Francisco Freire</p>
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