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	<title>Comments on: o porquê e o para quê da forma*</title>
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	<description>arquitectura</description>
	<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 23:41:13 +0000</pubDate>
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		<title>By: Links de Fim de Semana [19/04/08] &#171; Blog Arqfeevale</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/02/04/o-porque-e-o-para-que-da-forma/#comment-255</link>
		<dc:creator>Links de Fim de Semana [19/04/08] &#171; Blog Arqfeevale</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 19:47:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] &#187;&#160;Ótimo post sobre arquitetura versus tecnologia (Palavras da Arquitectura) [...]</description>
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		<title>By: João Sousa</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/02/04/o-porque-e-o-para-que-da-forma/#comment-194</link>
		<dc:creator>João Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 09:30:10 +0000</pubDate>
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		<description>Félix, também não entendo bem a sua resposta e creio que não me fiz entender com essa afirmação. Explicando um pouco melhor, aquilo que salientava era o facto da arquitectura nunca estar alheia à história e por isso mesmo à tecnologia. Sempre viveram e conviveram juntas. O que estava a destacar mais à frente era o facto de por vezes a arquitectura deixar de ser a razão dando protagonismo à tecnologia. Nada disto tem que ver com as noções de forma e função, antes, tem que ver com as resoluções tecnológicas que se aliam à arquitectura. Podemos falar quase de um novo "Hi-Tech", este muito menos racional e muito mais formal.

Sobre a forma e função, o arquitecto Pedro Vieira de Almeida tem uma definição de Arquitectura deveras interessante e que faz todo o sentido: "A Arquitectura é uma longa hesitação entre forma e função". Penso que será difícil enquadrar melhor este campo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Félix, também não entendo bem a sua resposta e creio que não me fiz entender com essa afirmação. Explicando um pouco melhor, aquilo que salientava era o facto da arquitectura nunca estar alheia à história e por isso mesmo à tecnologia. Sempre viveram e conviveram juntas. O que estava a destacar mais à frente era o facto de por vezes a arquitectura deixar de ser a razão dando protagonismo à tecnologia. Nada disto tem que ver com as noções de forma e função, antes, tem que ver com as resoluções tecnológicas que se aliam à arquitectura. Podemos falar quase de um novo &#8220;Hi-Tech&#8221;, este muito menos racional e muito mais formal.</p>
<p>Sobre a forma e função, o arquitecto Pedro Vieira de Almeida tem uma definição de Arquitectura deveras interessante e que faz todo o sentido: &#8220;A Arquitectura é uma longa hesitação entre forma e função&#8221;. Penso que será difícil enquadrar melhor este campo.</p>
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		<title>By: Félix Máximo</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/02/04/o-porque-e-o-para-que-da-forma/#comment-193</link>
		<dc:creator>Félix Máximo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 22:01:57 +0000</pubDate>
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		<description>"A Arquitectura sempre acompanhou os avanços da Tecnologia. A evolução da história da arquitectura corresponde à evolução tecnológica mundial." Esta sua afirmação, encontra-se um pouco descontextualizada, para além de não ser verdadeira...o artigo é deveras interesante, mas longe vão os tempos em que Louis Sullivan dizia: "forma segue a função" e, hoje em dia, sem querer defender o "formalismo", essa afirmação do grande mestre de Chicago não deve ser seguida à letra...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A Arquitectura sempre acompanhou os avanços da Tecnologia. A evolução da história da arquitectura corresponde à evolução tecnológica mundial.&#8221; Esta sua afirmação, encontra-se um pouco descontextualizada, para além de não ser verdadeira&#8230;o artigo é deveras interesante, mas longe vão os tempos em que Louis Sullivan dizia: &#8220;forma segue a função&#8221; e, hoje em dia, sem querer defender o &#8220;formalismo&#8221;, essa afirmação do grande mestre de Chicago não deve ser seguida à letra&#8230;</p>
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		<title>By: João Pedro Silva</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/02/04/o-porque-e-o-para-que-da-forma/#comment-188</link>
		<dc:creator>João Pedro Silva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 00:43:04 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente artigo. Muito bem escrito e com conteúdo importante.. Parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo. Muito bem escrito e com conteúdo importante.. Parabéns!</p>
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		<title>By: João Morgado</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/02/04/o-porque-e-o-para-que-da-forma/#comment-183</link>
		<dc:creator>João Morgado</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 15:37:11 +0000</pubDate>
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		<description>Já dizia o mestre Távora:

&lt;i&gt;"... projectar, planear, desenhar, não deverão traduzir-se para o arquitecto na criação de formas vazias de sentido, impostas por capricho da moda ou por capricho de qualquer outra natureza. As formas que ele criará deverão resultar, antes, de um equilíbrio sábio entre a sua visão e a circunstância que o envolve e para tanto ele deverá conhecê-la intensamente, tão intensamente que conhecer e ser se confundem..."&lt;/i&gt; in Da organização do espaço

Parece-me uma conclusão brilhante para o teu artigo.
Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já dizia o mestre Távora:</p>
<p><i>&#8220;&#8230; projectar, planear, desenhar, não deverão traduzir-se para o arquitecto na criação de formas vazias de sentido, impostas por capricho da moda ou por capricho de qualquer outra natureza. As formas que ele criará deverão resultar, antes, de um equilíbrio sábio entre a sua visão e a circunstância que o envolve e para tanto ele deverá conhecê-la intensamente, tão intensamente que conhecer e ser se confundem&#8230;&#8221;</i> in Da organização do espaço</p>
<p>Parece-me uma conclusão brilhante para o teu artigo.<br />
Abraço</p>
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		<title>By: Pedro Santos</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/02/04/o-porque-e-o-para-que-da-forma/#comment-182</link>
		<dc:creator>Pedro Santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 15:15:02 +0000</pubDate>
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		<description>hoje em dia, e depois de estudar alguns dos arquitectos que desenvolvem este " barroco contemporâneo", temos jovens arquitectos que seguem esta linha, da forma pela forma e não pela função/conceito/intensões.
Hoje é "importante" criar uma "máscara" para cobrir o projecto, não existe uma forma que seja condição de um conceito. Vemos em n exemplos de arquitectura contemporânea e , progressivamente, na arquitectura académica de seguir modelos "excitantes" e que nso cativam.  
Não digo que é na simplicidade está a verdadeira arquitectura, pelo contrário, na nossa sociedade,os condicionantes e influências são tantas que devemos (e somos quase "obrigados") a respondermos a todos estes pontos. 
Mas o que falas no artigo é bem verdade, hoje são raros os exemplos onde a forma advém de todas as condicionantes e não por um estimulo ou  algo intuitivo. É pena isso acontecer, mas como em todos os movimentos/acções supérflas o tempo vai fazer com que os mesmos caiam no esquecimento.
A meu ver, existe sempre um lado positivo em cada movimento, seja ele curto ou longo na sua duração, a quando da sua "extinção" o que retirarmos dele, vai ser a polpa para o nosso sumo, o que é, sempre, muito positivo na aprendizagem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>hoje em dia, e depois de estudar alguns dos arquitectos que desenvolvem este &#8221; barroco contemporâneo&#8221;, temos jovens arquitectos que seguem esta linha, da forma pela forma e não pela função/conceito/intensões.<br />
Hoje é &#8220;importante&#8221; criar uma &#8220;máscara&#8221; para cobrir o projecto, não existe uma forma que seja condição de um conceito. Vemos em n exemplos de arquitectura contemporânea e , progressivamente, na arquitectura académica de seguir modelos &#8220;excitantes&#8221; e que nso cativam.<br />
Não digo que é na simplicidade está a verdadeira arquitectura, pelo contrário, na nossa sociedade,os condicionantes e influências são tantas que devemos (e somos quase &#8220;obrigados&#8221;) a respondermos a todos estes pontos.<br />
Mas o que falas no artigo é bem verdade, hoje são raros os exemplos onde a forma advém de todas as condicionantes e não por um estimulo ou  algo intuitivo. É pena isso acontecer, mas como em todos os movimentos/acções supérflas o tempo vai fazer com que os mesmos caiam no esquecimento.<br />
A meu ver, existe sempre um lado positivo em cada movimento, seja ele curto ou longo na sua duração, a quando da sua &#8220;extinção&#8221; o que retirarmos dele, vai ser a polpa para o nosso sumo, o que é, sempre, muito positivo na aprendizagem.</p>
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