<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comments on: do desenho intemporal</title>
	<atom:link href="http://palavras-arquitectura.com/2008/06/22/do-desenho-intemporal/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/06/22/do-desenho-intemporal/</link>
	<description>um olhar sobre a  arquitectura contemporãnea</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 06:52:25 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.2</generator>
		<item>
		<title>By: TT</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/06/22/do-desenho-intemporal/#comment-331</link>
		<dc:creator>TT</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 13:28:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palavras-arquitectura.com/?p=249#comment-331</guid>
		<description>Também acho o texto muito contemporâneo...o que só prova que as mentalidades demoram muito a mudar e a arquitectura a afirmar-se...construir não é fazer arquitectura, reproduzir imagens não é arquitectura. Criar, reinterpretar, adequar, respeitar, afirmar, emocionar...isso sim é arquitectura. E como a criação corresponde a um acto devidamente balizada no espaço e no tempo, deve enquadrar-se nos mesmos...ou seja, no lugar, como o espaço de leitura do objecto, e no tempo, onde recorremos às técnicas e tecnologias disponíveis e adequadas.

Quanto à fluidez....tendo o Homem e a natureza curvas na sua concepção, não ficar a leitura dos espaços reforçada pela contradição entre o regrado e o aleatório (aparente, uma vez que a natureza não é nada desregrada)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também acho o texto muito contemporâneo&#8230;o que só prova que as mentalidades demoram muito a mudar e a arquitectura a afirmar-se&#8230;construir não é fazer arquitectura, reproduzir imagens não é arquitectura. Criar, reinterpretar, adequar, respeitar, afirmar, emocionar&#8230;isso sim é arquitectura. E como a criação corresponde a um acto devidamente balizada no espaço e no tempo, deve enquadrar-se nos mesmos&#8230;ou seja, no lugar, como o espaço de leitura do objecto, e no tempo, onde recorremos às técnicas e tecnologias disponíveis e adequadas.</p>
<p>Quanto à fluidez&#8230;.tendo o Homem e a natureza curvas na sua concepção, não ficar a leitura dos espaços reforçada pela contradição entre o regrado e o aleatório (aparente, uma vez que a natureza não é nada desregrada)?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: A Agressão da Beringela</title>
		<link>http://palavras-arquitectura.com/2008/06/22/do-desenho-intemporal/#comment-328</link>
		<dc:creator>A Agressão da Beringela</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 10:47:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://palavras-arquitectura.com/?p=249#comment-328</guid>
		<description>Por "as formas advém das necessidades e a imagem da função" o Homem não devia ser obrigado a caminhar segundo linhas rectas, directrizes comuns da arquitectura contemorânea. A natureza do pensamento e ele mesmo não são uniformes, nem rectos, muito menos geométricos ou lineares, o Homem é um ser curvilíneo e tudo no seu teatro o reflecte. Porque não reflectir a fluidez desta natureza no traço do arquitecto? Não é ele Homem também?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por &#8220;as formas advém das necessidades e a imagem da função&#8221; o Homem não devia ser obrigado a caminhar segundo linhas rectas, directrizes comuns da arquitectura contemorânea. A natureza do pensamento e ele mesmo não são uniformes, nem rectos, muito menos geométricos ou lineares, o Homem é um ser curvilíneo e tudo no seu teatro o reflecte. Porque não reflectir a fluidez desta natureza no traço do arquitecto? Não é ele Homem também?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
